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- Azaghal : The Nine Circles of Hell
- Azaghal : Teraphim
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Azaghal - Teraphim

Gravadora
Paranoid Records
Ano
2009
Duração
46 min
Faixas
01. Elilum - Suuri Tyhjyys
02. XI Omega
03. Filosof
04. Teraphim - Puhdistava Tuli
05. Hänen Musta Liekkinsä
06. Helvetin Ikuisessa Loistossa
07. Uhrattu
08. Pimeyden Kutsu
09. Samaelin Kuiskaus
10. Kyy
02. XI Omega
03. Filosof
04. Teraphim - Puhdistava Tuli
05. Hänen Musta Liekkinsä
06. Helvetin Ikuisessa Loistossa
07. Uhrattu
08. Pimeyden Kutsu
09. Samaelin Kuiskaus
10. Kyy
Integrantes
.Narqath: Vocal
.JL Nokturnal: Guitarra
.Niflungr: Baixo
.Chernobog: Bateria
.JL Nokturnal: Guitarra
.Niflungr: Baixo
.Chernobog: Bateria
Por Matheus Vieira
01/02/2010
Com quinze anos de carreira, os finlandes da Azaghal chegam ao seu oitavo álbum des estúdio. Quem é fã de Black Metal, com certeza já ouviu algo dessa horda, porém para aquela parcela que não conhece o trampo desta banda, pode começar por este Theraphim.
Neste material, todas as característas profanas estão explicitadas: como o peso e agressividade estão distribuídas pelas dez canções do álbum, que alternam em momentos mais rápidos, com os brutais blast beats, alternados a momentos mais lentos, no estilo Darkthorne
E é justamente quando a Azaghal diminui a velocidade, ou mesmo quando ocorre uma mescla das levadas que surgem as melhores composições do álbum.
São elas: "XI Omega", "Hänen Musta Liekkinsä" (ótima melodia que a transforma na melhor do CD), "Uhrattu", "Pimeyden Kutsu" e por fim a diferente "Kyy".
Com uma gravação sem exageros, este Theraphim mostra uma banda bem entrosada, e que corre "por fora" no hall dos considerados monstros do estilos.
Em uma época em que o lixo musical começa a tomar efetivamente, a tevê, os jornais, a internet e mais todos os veículos possíveis, este álbum pode cair como uma luva para ajudar a passar esse período que os headbangers adoram: o Carnaval. Azaghal em tudo isso.
01/02/2010
Com quinze anos de carreira, os finlandes da Azaghal chegam ao seu oitavo álbum des estúdio. Quem é fã de Black Metal, com certeza já ouviu algo dessa horda, porém para aquela parcela que não conhece o trampo desta banda, pode começar por este Theraphim.
Neste material, todas as característas profanas estão explicitadas: como o peso e agressividade estão distribuídas pelas dez canções do álbum, que alternam em momentos mais rápidos, com os brutais blast beats, alternados a momentos mais lentos, no estilo Darkthorne
E é justamente quando a Azaghal diminui a velocidade, ou mesmo quando ocorre uma mescla das levadas que surgem as melhores composições do álbum.
São elas: "XI Omega", "Hänen Musta Liekkinsä" (ótima melodia que a transforma na melhor do CD), "Uhrattu", "Pimeyden Kutsu" e por fim a diferente "Kyy".
Com uma gravação sem exageros, este Theraphim mostra uma banda bem entrosada, e que corre "por fora" no hall dos considerados monstros do estilos.
Em uma época em que o lixo musical começa a tomar efetivamente, a tevê, os jornais, a internet e mais todos os veículos possíveis, este álbum pode cair como uma luva para ajudar a passar esse período que os headbangers adoram: o Carnaval. Azaghal em tudo isso.



