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Theodore Ziras - Territory 4

Gravadora
Sleazy Rider
Ano
2009
Duração
50 min
Faixas
1. Loud and Proud
2. Jordan´s Trap
3. Blasphemy
4. OK
5. The Sheen
6. Strong Desire
7. Irredenta
8. Over the Sky
9. A new Sunrise
10. Wolfgang´s March
2. Jordan´s Trap
3. Blasphemy
4. OK
5. The Sheen
6. Strong Desire
7. Irredenta
8. Over the Sky
9. A new Sunrise
10. Wolfgang´s March
Integrantes
.Theodore Ziras - Guitarra
.Marco Minnemann - Bateria
.Alex Argento - Teclados
.Kyle Honea - Baixo
.Marco Minnemann - Bateria
.Alex Argento - Teclados
.Kyle Honea - Baixo
Por Edson Rocha
20/11/2009
Surpreendente este trabalho do guitarrista Theodore Ziras. Não é pra qualquer um a proposta instrumental apresentada aqui. Não é mesmo.
Mas o que ele faz em Territory 4 é muito bem sacado. Ao invés de solos e mais solos, milhares de notas, Theodore vai contra as previsões e faz um CD bem eclético.
Em primeiro lugar o trabalho é bem pesado. Ele não se ateve somente a ficar fazendo seus solos, mas contribuiu com riffs muito bons.
Em segundo, ele não teve a intenção de ser o centro das atenções, como acontece com muitos trabalhos de guitar heroes.
É claro que o álbum leva o nome dele, então temos um trabalho dele como guitarrista, mas o que podemos perceber é que Ziras deu bastante liberdade para os outros instrumentistas.
Além do próprio Ziras, vale destacar o trabalho de Marco Minnemann (Paul Gilbert, Necrophagist) na bateria e do tecladista Alex Argento.
O primeiro é muito bom. Geralmente o batera fica fazendo somente a base ou não se atreve muito neste tipo de trabalho. Mas em Territory 4 isso não acontece.
O mesmo vale para o tecladista. Antes relegado a fazer uma moldura para a música, aqui ele participa efetivamente da criação com ótimos solos.
Pra quem curte Liquid Tension Experiment e afins, estamos diante de uma excelente apresentação. O guitarrista grego, apesar de ter feito nada de diferente do que é lançado nesse tipo de estilo, mostrou que tem talento para se enfiar nessa empreitada.
Vamos ver se no próximo as coisas trilham um caminho mais fora do lugar-comum.
20/11/2009
Surpreendente este trabalho do guitarrista Theodore Ziras. Não é pra qualquer um a proposta instrumental apresentada aqui. Não é mesmo.
Mas o que ele faz em Territory 4 é muito bem sacado. Ao invés de solos e mais solos, milhares de notas, Theodore vai contra as previsões e faz um CD bem eclético.
Em primeiro lugar o trabalho é bem pesado. Ele não se ateve somente a ficar fazendo seus solos, mas contribuiu com riffs muito bons.
Em segundo, ele não teve a intenção de ser o centro das atenções, como acontece com muitos trabalhos de guitar heroes.
É claro que o álbum leva o nome dele, então temos um trabalho dele como guitarrista, mas o que podemos perceber é que Ziras deu bastante liberdade para os outros instrumentistas.
Além do próprio Ziras, vale destacar o trabalho de Marco Minnemann (Paul Gilbert, Necrophagist) na bateria e do tecladista Alex Argento.
O primeiro é muito bom. Geralmente o batera fica fazendo somente a base ou não se atreve muito neste tipo de trabalho. Mas em Territory 4 isso não acontece.
O mesmo vale para o tecladista. Antes relegado a fazer uma moldura para a música, aqui ele participa efetivamente da criação com ótimos solos.
Pra quem curte Liquid Tension Experiment e afins, estamos diante de uma excelente apresentação. O guitarrista grego, apesar de ter feito nada de diferente do que é lançado nesse tipo de estilo, mostrou que tem talento para se enfiar nessa empreitada.
Vamos ver se no próximo as coisas trilham um caminho mais fora do lugar-comum.



