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Amorphis - Skyforger

Gravadora
Laser Company/NB
Ano
2009
Duração
53 min
Faixas
1. Sampo
2. Silver Bride
3. From the Heaven of My Heart
4. Sky is Mine
5. Majestic Beast
6. My Sun
7. Highest Star
8. Skyforger
9. Course of Fate
10. From Earth I Rose
11. Godlike Machine
2. Silver Bride
3. From the Heaven of My Heart
4. Sky is Mine
5. Majestic Beast
6. My Sun
7. Highest Star
8. Skyforger
9. Course of Fate
10. From Earth I Rose
11. Godlike Machine
Integrantes
.Tomi Joutsen - Vocals
.Esa Holopainen - Lead Guitars
.Tomi Koivusaari - Rhythm Guitars
.Niclas Etelävuori - Bass
.Santeri Kallio - Keyboards
.Jan Rechberger - Drums
.Esa Holopainen - Lead Guitars
.Tomi Koivusaari - Rhythm Guitars
.Niclas Etelävuori - Bass
.Santeri Kallio - Keyboards
.Jan Rechberger - Drums
Por Edson Rocha
30/10/2009
A minha função aqui não é dar “a” opinião sobre esse álbum, e sim a de dar “uma” opinião sobre ele, além, claro, de levar aos leitores algumas informações sobre o trabalho em questão. Deixando isso claro, começo dizendo que esse mais novo lançamento do Amorphis é bem controverso.
O som do grupo dificilmente vai agradar àqueles que até hoje não gostam dos seus trampos anteriores. Já para os que curtiram pelo menos um dos dois últimos, esse segue a mesma linha principal.
Confesso que tenho sentimentos antagônicos quando ouço Skyforger. Algumas vezes o acho genial. As melodias aliadas ao peso e ao vocal versátil de Tomi Juotsen me dão a sensação de que estou diante de um álbum com composições excelentes. Mas outras vezes me sinto preso nas melodias e rumo circulares das músicas.
Tudo fica meio igual e irritante, manjado. E um dos únicos momentos que me acordam desse torpor é quando começa Majestic Beast. Uma das composições mais diferentes do Amorphis e também a que mais se parece com Opeth (ouça The Grand Conjuration), talvez por isso também seja a melhor de Skyforger (“Moldador/Forjador do Céu” e não “Falsificador do Céu”).
As músicas compostas pelo Amorphis aqui são de fácil absorção, como em todos os trabalhos do grupo. A fórmula segue a mesma, aliando guitarras pesadas, fraseados de guitarra e alguns elementos não convencionais como a flauta e o saxofone. Este último quase não aparece, mas a flauta deu um toque muito interessante a algumas composições.
Outro elemento que deu um tempero especial foram os teclados, que perfazem sons de melotron, hammond, piano e ambiente. Ao contrário do tecladista, o baterista fez um trabalho burocrático, sem brilho. Foi apenas um elemento comum do cenário apresentado.
Sendo absolutamente justo com Skyforge, no balanço final ele é um álbum excelente. Pode ficar meio repetitivo, mas não há como dizer que as composições nele apresentadas são ingênuas, simples, banais. Se você é fã da banda, compre o seu. Caso não seja, não vai ser dessa vez que vai começar a curtir o som do Amorphis.
30/10/2009
A minha função aqui não é dar “a” opinião sobre esse álbum, e sim a de dar “uma” opinião sobre ele, além, claro, de levar aos leitores algumas informações sobre o trabalho em questão. Deixando isso claro, começo dizendo que esse mais novo lançamento do Amorphis é bem controverso.
O som do grupo dificilmente vai agradar àqueles que até hoje não gostam dos seus trampos anteriores. Já para os que curtiram pelo menos um dos dois últimos, esse segue a mesma linha principal.
Confesso que tenho sentimentos antagônicos quando ouço Skyforger. Algumas vezes o acho genial. As melodias aliadas ao peso e ao vocal versátil de Tomi Juotsen me dão a sensação de que estou diante de um álbum com composições excelentes. Mas outras vezes me sinto preso nas melodias e rumo circulares das músicas.
Tudo fica meio igual e irritante, manjado. E um dos únicos momentos que me acordam desse torpor é quando começa Majestic Beast. Uma das composições mais diferentes do Amorphis e também a que mais se parece com Opeth (ouça The Grand Conjuration), talvez por isso também seja a melhor de Skyforger (“Moldador/Forjador do Céu” e não “Falsificador do Céu”).
As músicas compostas pelo Amorphis aqui são de fácil absorção, como em todos os trabalhos do grupo. A fórmula segue a mesma, aliando guitarras pesadas, fraseados de guitarra e alguns elementos não convencionais como a flauta e o saxofone. Este último quase não aparece, mas a flauta deu um toque muito interessante a algumas composições.
Outro elemento que deu um tempero especial foram os teclados, que perfazem sons de melotron, hammond, piano e ambiente. Ao contrário do tecladista, o baterista fez um trabalho burocrático, sem brilho. Foi apenas um elemento comum do cenário apresentado.
Sendo absolutamente justo com Skyforge, no balanço final ele é um álbum excelente. Pode ficar meio repetitivo, mas não há como dizer que as composições nele apresentadas são ingênuas, simples, banais. Se você é fã da banda, compre o seu. Caso não seja, não vai ser dessa vez que vai começar a curtir o som do Amorphis.



