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Ophiolatry - Trasmutation

Gravadora
Regain
Ano
2008
Duração
31 min
Faixas
1. Parricide
2. Transmutation
3. Abyss Of Alienation
4. Divine Stigma
5. Nominating The Oxen
6. Cauterization
7. Urutu
8. The Ghost
9. Neuropsychoperverse
10. Variações 1
11. Art Of War
12. G.O.D.? 00:52
13. Eradicating The Paradigm
14. Diabolism
15. Sub-Race
16. Preludio No 4
2. Transmutation
3. Abyss Of Alienation
4. Divine Stigma
5. Nominating The Oxen
6. Cauterization
7. Urutu
8. The Ghost
9. Neuropsychoperverse
10. Variações 1
11. Art Of War
12. G.O.D.? 00:52
13. Eradicating The Paradigm
14. Diabolism
15. Sub-Race
16. Preludio No 4
Integrantes
Antônio Costa - Bass, Vocals
Fábio Sperandio - Guitars
Jorge Duarte - Drums
Fábio Sperandio - Guitars
Jorge Duarte - Drums
Por Edson Rocha
29/09/2009
Essa Ophiolatry é uma banda bem extrema. E não somente por causa da sua sonoridade veloz e agressiva e os seus vocais arrotadíssimos. A qualidade “extrema” se mostrou também em algumas passagens bem antagônicas exploradas nesse Transmutation, como por exemplo, uma sinfonia (“Variações 1”), alguns efeitos sonoros (“Urutu”, “Eradication of the Paradigm”) e até uma faixa acústica “Prelúdio nº 4”.
Em míseros 31 minutos o Ophiolatry parece ter se preocupado simplesmente em deixar o seu recado, a sua marca. Somente uma, das 16 músicas, passa dos 3 minutos. Parece que a banda aparou tanto as ‘arestas’ que acabou amputando algumas faixas, que terminam abruptamente.
Deixando de lado a pouca duração das faixas e atentando para o instrumental apresentado, deve-se reconhecer que o grupo é bastante competente. A intenção de fazer um álbum extremamente brutal, e ainda assim técnico, foi realizada com méritos. Em poucos minutos o álbum apresenta riffs e cozinha bem variados. É uma verdadeira destruição, mas que não deixa de lado a técnica apurada. Uma mistura de Krisiun com Morbid Angel.
A Ophiolatry mostrou-se muito boa na prática do death/black metal, mas são pouquíssimos aqueles que conseguem ouvir um material com qualidade de mp3 64kbps, principalmente quando seu som fica espocando alguns ruídos. Mas no geral a banda mostrou que tem um futuro bem promissor dentro do death metal. Basta fazer alguns ajustes nas mixagens e no amadurecimento das composições, que poderiam se desenvolver para além dos 3 minutos.
29/09/2009
Essa Ophiolatry é uma banda bem extrema. E não somente por causa da sua sonoridade veloz e agressiva e os seus vocais arrotadíssimos. A qualidade “extrema” se mostrou também em algumas passagens bem antagônicas exploradas nesse Transmutation, como por exemplo, uma sinfonia (“Variações 1”), alguns efeitos sonoros (“Urutu”, “Eradication of the Paradigm”) e até uma faixa acústica “Prelúdio nº 4”.
Em míseros 31 minutos o Ophiolatry parece ter se preocupado simplesmente em deixar o seu recado, a sua marca. Somente uma, das 16 músicas, passa dos 3 minutos. Parece que a banda aparou tanto as ‘arestas’ que acabou amputando algumas faixas, que terminam abruptamente.
Deixando de lado a pouca duração das faixas e atentando para o instrumental apresentado, deve-se reconhecer que o grupo é bastante competente. A intenção de fazer um álbum extremamente brutal, e ainda assim técnico, foi realizada com méritos. Em poucos minutos o álbum apresenta riffs e cozinha bem variados. É uma verdadeira destruição, mas que não deixa de lado a técnica apurada. Uma mistura de Krisiun com Morbid Angel.
A Ophiolatry mostrou-se muito boa na prática do death/black metal, mas são pouquíssimos aqueles que conseguem ouvir um material com qualidade de mp3 64kbps, principalmente quando seu som fica espocando alguns ruídos. Mas no geral a banda mostrou que tem um futuro bem promissor dentro do death metal. Basta fazer alguns ajustes nas mixagens e no amadurecimento das composições, que poderiam se desenvolver para além dos 3 minutos.



