- DragonForce : Inhuman Rampage
- Dragonforce : Ultra Beatdown
Reviews da Banda
- Melechesh : Djinn
- Living Corpse : Metaphysical Collapse
- Sabre : Rock N´Road
- Taurus : Fissura
- Maldita : Nero
- Firewind : The Premonition
- U-Ganga : Vol. 3: Caos Carma Conceito
- Jon Oliva´s Pain : Festival
- Torture Killer : Sewers
- Genocídio : The Clan
- Rei Lagarto : Oceans
- Avantasia : Angel of Babylon
- Disgrace and Terror e Inferno Nuclear : Terror Nuclear (Split)
- Rage : Strings to a Web
- Avantasia : The Wicked Symphony
Reviews Recentes
Dragonforce - Ultra Beatdown

Gravadora
Roadrunner
Ano
2008
Duração
58 min
Faixas
01. Heroes Of Our Time
02. The Fire Still Burns
03. Reasons To Live
04. Scars Of Yesterday
05. Heartbreak Armageddon
06. The Last Journey Home
07. Inside The Winter Storm
08. The Warrior Inside
02. The Fire Still Burns
03. Reasons To Live
04. Scars Of Yesterday
05. Heartbreak Armageddon
06. The Last Journey Home
07. Inside The Winter Storm
08. The Warrior Inside
Integrantes
.ZP Theart: Vocals
.Herman Li: Guitars
.Sam Totman: Guitars
.Adrian Lambert: Bass
.Vadim Pruzhanov: Keyboards
.Dave Mackintosh: Drums
.Herman Li: Guitars
.Sam Totman: Guitars
.Adrian Lambert: Bass
.Vadim Pruzhanov: Keyboards
.Dave Mackintosh: Drums
Por Edson Rocha
19/08/2008
8 músicas em 58 minutos?! É muita chatice distribuída em poucas faixas nesse novo petardo do Dragonforce. Uma das bandas mais odiadas e amadas da cena está de volta após 2 anos do lançamento do grandioso sonífero “Inhuman Rampage”. São 58 minutos de tudo o que o fã quer e do que os avessos também querem, bem longe.
Herman Li, o Jackie Chan das guitarras, trabalha como nos primeiros filmes deste: rápido, rápido e super-rápido. Seus solos certeiros tocados na velocidade da luz podem inflamar qualquer caixa de som, além de colocarem o famigerado créu velocidade 6 no chinelo. Emparelhado com ele, Sam Totman, outro adepto do “quanto mais rápido melhor, porque é isso que nossos fãs querem”. Nos vocais, MC ZP e sua irritantemente brilhante voz, que comanda os melhores refrões inexistentes que já se ouviu numa banda de power metal melódico.
Ultra Beatdown esbanja uma quantidade incontável de riffs fantasmas seguidos por milhares de solos e fraseados, mostrando que seus integrantes, principalmente a dupla de guitarristas, têm talento de falta para a composição. A técnica apurada que a banda esbanja, falta de montão na hora de compor temas marcantes, daqueles que são cantarolados a qualquer momento enquanto você faz as compras do supermercado, vai à escola ou ao trabalho, está na hora do almoço ou jogando seu game favorito. Com tamanha rapidez e técnica, Sam e Li poderiam mandar o vocalista embora e fazer um trabalho puramente instrumental em moldes nunca vistos antes: rápido, rápido e hiper-mega-rápido, para pessoas que curtem um som rápido, claro.
Mas mais rápido que as blasting beats utilizadas raramente, como na música “Reasons to Live”, e tão rápido quanto você chegue a “The Last Journey Home”, sua paciência acaba. É uma longa jornada até aqui. O fim para os fracos. Mas apenas a metade para os verdadeiros heróis do nosso tempo, pois ainda há uma longa caminhada até o final, onde estes encontrarão o verdadeiro guerreiro interior. Muita velocidade, muitos solos mirabolantes, muitas intervenções do saltitante (vide clipe de “Heroes of Our Time”) tecladista Vadim Pruzhanov. Este que é outro destaque de Ultra Beatdown, senão o único. Ele é capaz de criar melodias não tão rápidas, mas que dão o diferencial dos 8 hinos desse explosivo álbum, que muito em breve pode virar fumaça.
Um clássico imediato da era da Internet e que provavelmente vai se comportar como uma febre dessa era. Tão controverso, odiado e amado, como esse review. Se você ama, ignore a parte ruim, se você odeia, ignore a boa.
19/08/2008
8 músicas em 58 minutos?! É muita chatice distribuída em poucas faixas nesse novo petardo do Dragonforce. Uma das bandas mais odiadas e amadas da cena está de volta após 2 anos do lançamento do grandioso sonífero “Inhuman Rampage”. São 58 minutos de tudo o que o fã quer e do que os avessos também querem, bem longe.
Herman Li, o Jackie Chan das guitarras, trabalha como nos primeiros filmes deste: rápido, rápido e super-rápido. Seus solos certeiros tocados na velocidade da luz podem inflamar qualquer caixa de som, além de colocarem o famigerado créu velocidade 6 no chinelo. Emparelhado com ele, Sam Totman, outro adepto do “quanto mais rápido melhor, porque é isso que nossos fãs querem”. Nos vocais, MC ZP e sua irritantemente brilhante voz, que comanda os melhores refrões inexistentes que já se ouviu numa banda de power metal melódico.
Ultra Beatdown esbanja uma quantidade incontável de riffs fantasmas seguidos por milhares de solos e fraseados, mostrando que seus integrantes, principalmente a dupla de guitarristas, têm talento de falta para a composição. A técnica apurada que a banda esbanja, falta de montão na hora de compor temas marcantes, daqueles que são cantarolados a qualquer momento enquanto você faz as compras do supermercado, vai à escola ou ao trabalho, está na hora do almoço ou jogando seu game favorito. Com tamanha rapidez e técnica, Sam e Li poderiam mandar o vocalista embora e fazer um trabalho puramente instrumental em moldes nunca vistos antes: rápido, rápido e hiper-mega-rápido, para pessoas que curtem um som rápido, claro.
Mas mais rápido que as blasting beats utilizadas raramente, como na música “Reasons to Live”, e tão rápido quanto você chegue a “The Last Journey Home”, sua paciência acaba. É uma longa jornada até aqui. O fim para os fracos. Mas apenas a metade para os verdadeiros heróis do nosso tempo, pois ainda há uma longa caminhada até o final, onde estes encontrarão o verdadeiro guerreiro interior. Muita velocidade, muitos solos mirabolantes, muitas intervenções do saltitante (vide clipe de “Heroes of Our Time”) tecladista Vadim Pruzhanov. Este que é outro destaque de Ultra Beatdown, senão o único. Ele é capaz de criar melodias não tão rápidas, mas que dão o diferencial dos 8 hinos desse explosivo álbum, que muito em breve pode virar fumaça.
Um clássico imediato da era da Internet e que provavelmente vai se comportar como uma febre dessa era. Tão controverso, odiado e amado, como esse review. Se você ama, ignore a parte ruim, se você odeia, ignore a boa.



