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Hangar - The Reason of your Conviction

Gravadora
Dynamo
Ano
2007
Duração
47 min
Faixas
01. Just The Beginning
02. The Reason Of Your Conviction
03. Hastiness
04. Call Me In The Name Of Death
05. Forgive The Pain
06. Captivity (A House with a thousand rooms)
07. Forgotten Pictures
08. Everlasting Is The Salvation
09. One More Chance
10. When The Darkness Takes You
11. Your Skin and Bones (Bonus)
02. The Reason Of Your Conviction
03. Hastiness
04. Call Me In The Name Of Death
05. Forgive The Pain
06. Captivity (A House with a thousand rooms)
07. Forgotten Pictures
08. Everlasting Is The Salvation
09. One More Chance
10. When The Darkness Takes You
11. Your Skin and Bones (Bonus)
Integrantes
Nando Fernandes: vocal
Eduardo Martinez: guitarra
Fábio Laguna: teclado
Nando Mello: baixo
Aquiles Priester: bateria
Eduardo Martinez: guitarra
Fábio Laguna: teclado
Nando Mello: baixo
Aquiles Priester: bateria
Por Rafael Duarte
14/02/2008
Até agora estou tentando entender o que é que faz de The Reason of your Conviction um álbum tão bom. Já pensei que os vocais de Nando Fernandes pudessem ser o diferencial, já que são tão versáteis, pesados e cheios de identidade. Mas assim eu estaria desconsiderando as guitarras de Eduardo Martinez, que trabalham com um peso absurdo, harmonias bem construídas e solos melodiosos e rápidos. Será que foi então o Fábio Laguna que entrou na banda para “encher” o som do Hangar? Ou é a dupla bem cozida, formada por Nando Mello (baixo) e Aquiles Priester, que dão a cadência pra toda essa loucura progressiva melódica, e que são elementos chaves para a qualidade de TROYC?
A verdade é que tudo isso, somado a uma produção de primeira, fez com que o Hangar lançasse o melhor álbum de sua carreira. Demorou seis longos anos para que terminassem o sucessor de Inside your Soul, mas parece ter valido a pena, e como valeu! TROYC é um passo gigantesco para a banda, que está sendo ovacionada não só no mundo todo, mas também no Brasil. Por aqui a banda já fez alguns shows para divulgar o disco, mas dia sete de março talvez seja uma data fundamental para consolidar TROYC no país: vão ser a banda de abertura do show do Dream Theater, no Credicard Hall, em São Paulo.
A verdade é que o Hangar conseguiu reunir dez composições ricas em harmonia, melodia e peso, todas dentro do mesmo contexto “psicopata” que o Aquiles criou. A história é sobre uma pessoa que após dormir por três dias começa a vivenciar uma amálgama de sonho e realidade, mudando sua percepção de ver as coisas. E nem mesmo a participação de Arnaldo Antunes conseguiu estragar nada, na verdade, ele até engrandece o disco com uma atuação surpreendentemente macabra e muito bem encaixada na introdução “Just the Beginning”.
Não há como dizer quais músicas se destacam nesse trabalho, mas com certeza cada pessoa vai eleger as suas preferidas. No meu caso, “Hastiness”, “Call me in the name of Death” e “Forgive the Pain” são aquelas que não saem nunca mais da cabeça. Todas as três têm uma pegada muito marcante de guitarra, baixo e bateria; pesadas e cheias de melodia. Em “Call me in the name of Death”, uma quase balada, a mais leve do CD, temos teclados muito marcantes e linhas vocais tão bem construídas, que dá gosto ouvir. “How can i read between the liiiiiiines”... lindo.
Talvez TROYC seja não só um grande passo para o Hangar, mas também um enorme para o Heavy Metal no Brasil. Uma banda que está ganhando forças para revigorar o mercado nacional, que anda meio saturado de mesmices, com aqueles ídolos de sempre. E em questão de qualidade da produção e musical a banda está impecável, como qualquer grande banda mundial do estilo.
14/02/2008
Até agora estou tentando entender o que é que faz de The Reason of your Conviction um álbum tão bom. Já pensei que os vocais de Nando Fernandes pudessem ser o diferencial, já que são tão versáteis, pesados e cheios de identidade. Mas assim eu estaria desconsiderando as guitarras de Eduardo Martinez, que trabalham com um peso absurdo, harmonias bem construídas e solos melodiosos e rápidos. Será que foi então o Fábio Laguna que entrou na banda para “encher” o som do Hangar? Ou é a dupla bem cozida, formada por Nando Mello (baixo) e Aquiles Priester, que dão a cadência pra toda essa loucura progressiva melódica, e que são elementos chaves para a qualidade de TROYC?
A verdade é que tudo isso, somado a uma produção de primeira, fez com que o Hangar lançasse o melhor álbum de sua carreira. Demorou seis longos anos para que terminassem o sucessor de Inside your Soul, mas parece ter valido a pena, e como valeu! TROYC é um passo gigantesco para a banda, que está sendo ovacionada não só no mundo todo, mas também no Brasil. Por aqui a banda já fez alguns shows para divulgar o disco, mas dia sete de março talvez seja uma data fundamental para consolidar TROYC no país: vão ser a banda de abertura do show do Dream Theater, no Credicard Hall, em São Paulo.
A verdade é que o Hangar conseguiu reunir dez composições ricas em harmonia, melodia e peso, todas dentro do mesmo contexto “psicopata” que o Aquiles criou. A história é sobre uma pessoa que após dormir por três dias começa a vivenciar uma amálgama de sonho e realidade, mudando sua percepção de ver as coisas. E nem mesmo a participação de Arnaldo Antunes conseguiu estragar nada, na verdade, ele até engrandece o disco com uma atuação surpreendentemente macabra e muito bem encaixada na introdução “Just the Beginning”.
Não há como dizer quais músicas se destacam nesse trabalho, mas com certeza cada pessoa vai eleger as suas preferidas. No meu caso, “Hastiness”, “Call me in the name of Death” e “Forgive the Pain” são aquelas que não saem nunca mais da cabeça. Todas as três têm uma pegada muito marcante de guitarra, baixo e bateria; pesadas e cheias de melodia. Em “Call me in the name of Death”, uma quase balada, a mais leve do CD, temos teclados muito marcantes e linhas vocais tão bem construídas, que dá gosto ouvir. “How can i read between the liiiiiiines”... lindo.
Talvez TROYC seja não só um grande passo para o Hangar, mas também um enorme para o Heavy Metal no Brasil. Uma banda que está ganhando forças para revigorar o mercado nacional, que anda meio saturado de mesmices, com aqueles ídolos de sempre. E em questão de qualidade da produção e musical a banda está impecável, como qualquer grande banda mundial do estilo.



